29 de jul de 2010

Peixe fresco no ponto final do 184


Todos os sábados tem feira na Rua Ortiz Monteiro - o que atrapalha um pouco a rotina, mas é uma feira legal. Tem tudo que as feiras comuns tem e mais artesanato, música, pastel, caipirinha...
Tem só uma coisa que pega, ou melhor, cinco coisas. São os cinco caminhões de peixe que chegam cedinho e param no ponto final do onibus 184.
O cheiro do peixe no verão chega fácil ao meu apartamento, terceiro andar, fundos. E pra sair do prédio, mesmo a pé, é uma aventura.

Depois que os caminhões se vão, ficam pelo chão as escamas e água fedorenta do degelo do peixe.

A COMLURB vez por outra passa no final da feira com pesadas mangueiras d'água tentando aliviar a situação, mas não adianta, até segunda-feira a região fede muito.

Será que são necessários cinco caminhões de peixe pr'aquela feirinha? é válido tanta gastança d'água em prol de peixe fresco? FRESCO????

2 comentários:

Salete disse...

Ja tive o mesmo problema quando tinha feira na praça São Salvador.
Era uma imundice, barulheira desde as 3h da manhã, rua fechada, tinhamos que deixar os carros na rua por que não podíamos sair das garagens e um fedor insuportavel.
Sou radicalmente contra feiras de rua.
O mundo mudou, o comércio mudou, o leiteiro não coloca o leite na porta nem o padeiro vende o pão em cestinhas de porta em porta.
As feiras devem ser fixas em terrenos determinados com infra estrutura adequada.
Alias com os supermercados modernos e os hotifrutis quem precisa de feira?

Isabel disse...

Eu tolero a feira, mas o peixe é realmente desagradável. Fica impossível convidar alguém pra vir em casa no sábado. Mesmo domingo, no verão, é constrangedor.